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Assassinado na cela da Máxima, detento carregava passagem por tráfico.

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Por: Lucio Ferrari
14/02/2024 às 10h02
Assassinado na cela da Máxima, detento carregava passagem por tráfico.

Foi identificado como Leandro Sangales Martins, de 40 anos, o detento foi encontrado morto em sua cela no Pavilhão 01 da Penitenciária Jair Ferreira de Carvalho, também conhecida como Máxima, no Jardim Noroeste, em Campo Grande, nesta terça-feira (13).

Inicialmente, a morte de Martins estava sendo investigada como uma morte a esclarecer. As primeiras informações indicavam que o detento havia passado mal e morrido na ala de atendimento aos internos com problemas de saúde.

No entanto, após a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (Imol) para exames periciais, foi constatado que a causa da morte foi violenta.

Segundo informações do boletim de ocorrência, exame necroscópico apontou que o detento possuia lesões na traqueia compatíveis com morte decorrente de ação violenta.

Ainda consta no registro que a cela onde tudo teria acontecido não estava preservada. A Polícia Científica só havia estado na cela em que o interno havia ficado recebendo atendimento médico da enfermaria da penitenciária.

A lista de presos que estavam em ambas as celas foi entregue para a Polícia Civil com intuito de colaborar com a investigação para saber quem foi o autor do homicídio na penitenciária.

Sangales possuía anotações criminais e respondia a processos por crimes como tráfico de drogas, furto, furto qualificado e roubo majorado em diversas cidades, incluindo Ponta Porã, Dourados e Sidrolândia.

O caso foi registrado como homicídio simples na delegacia de plantão e segue sendo investigado.

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