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Feira da Praça da Bolívia consegue juntar da saltenha a literatura

Na feira você vai encontrar um misto de cultura, lazer e diversidades num convívio pacífico, até fraterno.

Por: Lucio Ferrari
10/07/2023 às 13h49 Atualizada em 10/07/2023 às 17h45
Feira da Praça da Bolívia consegue juntar da saltenha a literatura

Uma dica para um bom passeio de domingo matinal é a Feira da Praça da Bolívia, acontece uma vez por mês, no segundo domingo, no bairro Santa Fé e reúne não só bolivianos, mas também muitos campo-grandenses. 

Na feira você vai encontrar um misto de cultura, lazer e diversidades num convívio pacífico, até fraterno.

Entre as atrações da feira, tem a barraca literária e também um espaço de encontro reservado para escritores da cidade, onde eles expõem suas obras, fazem roda de conversa, trocam experiências e há até quem  distribui livros de graça. Podemos considerar que a Praça da Bolívia é um espaço artístico-cultural-literário e gastronômico a céu aberto. 

Na praça da Bolívia você encontra o arroz cuiabano (uma delícia com banana da terra), o macarrão pantaneiro (macarrão de comitiva), a deliciosa comida asiática, feijão tropeiro do Mineiro, comida portuguesa, árabe e Argentina, além das deliciosas saltenhas com a receita boliviana, e outras iguarias da Bolívia como o arroz boliviano; antiquário, sebo de discos, caldo de cana, bebidas artesanais, artesanato e boa música ao vivo, tudo isso na Feira da Bolívia.

Praça da Bolívia

O vínculo com a comunidade boliviana começou a ser fortalecido a partir de 2005, com a inauguração da Praça da Bolívia, localizada na Rua das Garças, no Bairro Santa Fé, em Campo Grande.  O estacionamento é gratuito.

A Feira da Bolívia é resultado do trabalho de diversas famílias com origens bolivianas.

O projeto nasceu com o então cônsul da Bolívia em Campo Grande, Antonio Mariaca e demais pessoas de origem boliviana. A Feira da Bolívia tem o intuito de congregar os bolivianos residentes em Campo Grande.

Apesar do nome da Praça remeter apenas à Bolívia, no decorrer dos últimos 18 anos, o evento cultural transcendeu as conexões dos bolivianos apenas, e com os campo-grandenses se tornou um verdadeiro alento, refúgio e oportunidade para imigrantes de diferentes nacionalidades mostrarem a sua arte, fazerem amizade e comercializarem o produto de seus trabalhos.

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